Já faz um tempo que eu criei o O Gamer, blog onde eu pudesse escrever despretensiosamente sobre videogames. Nada das necessidades de foco de desenvolvimento, padrões de projeto ou coisas do gênero. E foi no O Gamer que eu passei a escrever algumas análises de jogos que não caberiam aqui no Nuss… E agora?!?, sob a categoria Jogos que joguei. Como acho que alguns leitores daqui se interessariam em ver algo mais leve, resolvi deixar o link das análises já postadas lá.
Resident Evil 5 não é Mais do Mesmo
Já conhece Super Metroid Redesign?
Nanovor – Um jogo para o futuro
Muramasa: The Demon Blade
Espero que gostem.
Imagem auto-explicativa: uma sequencia de estatísticas do mercado de videogames, seu público e consoles da última geração. Ótima compilação do site Online Education.
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Dica do Adauto, do Eu quero diversão, caramba! Os dois vídeos abaixo são gravações de como o jogo Mortal Kombat 3 foi produzido. Ele foi lançado em 1995, pela Midway, e foi um sucesso absurdo, mesmo com fãs indo contra certas mudanças como a morte do Johnny Cage, a ausência do Rayden, entre outros. Foi, sem dúvidas, um jogo importante para a história do Mortal Kombat. Espero que gostem de relembrar esses bons tempos tanto quanto eu.
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O Everton tem publicado uma série de artigos no Abrindo o Jogo com a premissa de ensinar a programar de forma correta em Actionscript. É uma ótima iniciativa e tenho certeza que grande parte dos leitores daqui do Nuss… E Agora?!? vão se interessar. A série é tão completa que tem material ensinando a configurar o Flash Develop (a ferramenta utilizada no curso para o desenvolvimento) e até uma lista de discussão para tirar suas dúvidas. Eu já faço parte da lista e espero encontrar você também por lá!
É sobre isso que fala o artigo homônimo no Console Acadêmico. Ele mostra um estudo de caso americano onde uma escola tem toda sua didática baseada em experiências com videogames. A escola chama-se Quest to Learn (abreviada Q2L) , a pioneira nos Estados Unidos a guiar suas aulas com exemplos vindos do uso de videogames, muito mais interativos e divertidos que os blablablas das aulas tradicionais.
E se você acha que estamos falando de jogos não-comerciais, feitos especificamente para aprendizado, esqueça: o artigo já é aberto com o caso de introdução à física newtoniana com o jogo LittleBigPlanet, do Playstation 3. Por essa você não esperava, né?
Recebi essa maravilha pelo @diegocbarboza do DieSoft Games, uma linha do tempo interativa que mostra toda a história dos videogames, passando por pessoas, empresas, consoles, seus periféricos e muito mais! Como se isso já não bastasse, clicar em cada um dos itens abre um resumo sobre ele, caso você não conheça aquela pessoa ou não reconheça determinado jogo.
É realmente incrível quanta coisa aconteceu desde o conceito do computador programável de 1791 até hoje!
Ou, pelo menos, é o que mostra o gráfico da rede Mplayit que analisa a popularidade dos jogos nas plataformas celulares. Levando em conta os dados do gráfico, jogos são 47% dos aplicativos populares do iPhone, 30% do BlackBerry e 20% do Android.

Se isso não te faz muito sentido, o site MacMagazine diz que “jogos só compreendem 20% dos mais de 130 mil apps de iPhone na rede Mplayit”, o que dá uma quantidade de mais de 26mil títulos!
Seria essa uma tendência da Apple de caminhar para o mundo dos jogos? Se eu tivesse que apostar, colocaria minhas fichas num grande “sim”.
Esqueça Final Fantasies, Breath of Fires e Chrono Triggers. Hoje falaremos sobre um jogo de 2004, a seqüência do aclamado Star Wars Knights of the Old Republic, The Sith Lords. O jogo se passa no futuro da série Star Wars, quando os Jedis foram quase que exterminados por completo. O único restante é o personagem do jogador. Assim como acontece com o jovem Anakin, história de KotOR II é permeada de idas e vindas, ações e reações. Agora vamos falar do que um RPG realmente deve ser.
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