Esse incrível artigo da Gamasutra faz uma análise social profunda da violência de GTA: Vice City, colocando-o não no patamar de causador da política anti-violência da America, mas sim seu subproduto. O artigo fala também sobre desumanização tanto na forma de zumbis, aliens e outras criaturas não-humanas quanto em humanos que não possuem reação, sentimentos ou empatia que sempre voltam como se nada tivesse acontecido: “É como ver o Pernalonga tomar um tiro de espingarda à queima-roupa e, no instante seguinte ele estar de volta comendo uma cenoura“.
Saiu no FórumPCS uma matéria interessantíssima do Matheus Gibiluka sobre a evolução do iPhone OS como plataforma móvel de jogos, mostrando detalhes importantes dos problemas iniciais encontrados na plataforma, como a ausência de teclado e port de jogos já conhecidos, além de como as desenvolvedoras solucionaram isso.
É incrível ver que a massa de títulos é heterogênea ao ponto de termos jogos de iniciantes lado a lado com jogos já conceituados como Resident Evil 4, fato que raramente acontece em um console da última geração.
Imagem auto-explicativa: uma sequencia de estatísticas do mercado de videogames, seu público e consoles da última geração. Ótima compilação do site Online Education.
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O Everton tem publicado uma série de artigos no Abrindo o Jogo com a premissa de ensinar a programar de forma correta em Actionscript. É uma ótima iniciativa e tenho certeza que grande parte dos leitores daqui do Nuss… E Agora?!? vão se interessar. A série é tão completa que tem material ensinando a configurar o Flash Develop (a ferramenta utilizada no curso para o desenvolvimento) e até uma lista de discussão para tirar suas dúvidas. Eu já faço parte da lista e espero encontrar você também por lá!
É sobre isso que fala o artigo homônimo no Console Acadêmico. Ele mostra um estudo de caso americano onde uma escola tem toda sua didática baseada em experiências com videogames. A escola chama-se Quest to Learn (abreviada Q2L) , a pioneira nos Estados Unidos a guiar suas aulas com exemplos vindos do uso de videogames, muito mais interativos e divertidos que os blablablas das aulas tradicionais.
E se você acha que estamos falando de jogos não-comerciais, feitos especificamente para aprendizado, esqueça: o artigo já é aberto com o caso de introdução à física newtoniana com o jogo LittleBigPlanet, do Playstation 3. Por essa você não esperava, né?
Recebi essa maravilha pelo @diegocbarboza do DieSoft Games, uma linha do tempo interativa que mostra toda a história dos videogames, passando por pessoas, empresas, consoles, seus periféricos e muito mais! Como se isso já não bastasse, clicar em cada um dos itens abre um resumo sobre ele, caso você não conheça aquela pessoa ou não reconheça determinado jogo.
É realmente incrível quanta coisa aconteceu desde o conceito do computador programável de 1791 até hoje!
Ou, pelo menos, é o que mostra o gráfico da rede Mplayit que analisa a popularidade dos jogos nas plataformas celulares. Levando em conta os dados do gráfico, jogos são 47% dos aplicativos populares do iPhone, 30% do BlackBerry e 20% do Android.

Se isso não te faz muito sentido, o site MacMagazine diz que “jogos só compreendem 20% dos mais de 130 mil apps de iPhone na rede Mplayit”, o que dá uma quantidade de mais de 26mil títulos!
Seria essa uma tendência da Apple de caminhar para o mundo dos jogos? Se eu tivesse que apostar, colocaria minhas fichas num grande “sim”.
Esse foi, sem dúvidas, o buxixo do dia. Li tweets no @CrociDB, no @Loodo, no @diegocbarboza, no @rodrigoflausino e, claro, no @gamasutra (e agora no @NussEAgora também =P). O artigo “Inside Brazil’s Video Game Ecosystem” (Por dentro do ecossistema de videogames do Brasil) postado hoje na Gamasutra e escrito por James Portnow é um raio-x imparcial sobre como andam as coisas no mercado de jogos aqui do Brasil, tanto no que diz respeito ao desenvolvimento, quanto à aprendizagem e comercialização.
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