Estatísticas de Videogames
Imagem auto-explicativa: uma sequencia de estatísticas do mercado de videogames, seu público e consoles da última geração. Ótima compilação do site Online Education.
Imagem auto-explicativa: uma sequencia de estatísticas do mercado de videogames, seu público e consoles da última geração. Ótima compilação do site Online Education.
O Everton tem publicado uma série de artigos no Abrindo o Jogo com a premissa de ensinar a programar de forma correta em Actionscript. É uma ótima iniciativa e tenho certeza que grande parte dos leitores daqui do Nuss… E Agora?!? vão se interessar. A série é tão completa que tem material ensinando a configurar o Flash Develop (a ferramenta utilizada no curso para o desenvolvimento) e até uma lista de discussão para tirar suas dúvidas. Eu já faço parte da lista e espero encontrar você também por lá!
É sobre isso que fala o artigo homônimo no Console Acadêmico. Ele mostra um estudo de caso americano onde uma escola tem toda sua didática baseada em experiências com videogames. A escola chama-se Quest to Learn (abreviada Q2L) , a pioneira nos Estados Unidos a guiar suas aulas com exemplos vindos do uso de videogames, muito mais interativos e divertidos que os blablablas das aulas tradicionais.
E se você acha que estamos falando de jogos não-comerciais, feitos especificamente para aprendizado, esqueça: o artigo já é aberto com o caso de introdução à física newtoniana com o jogo LittleBigPlanet, do Playstation 3. Por essa você não esperava, né?
Recebi essa maravilha pelo @diegocbarboza do DieSoft Games, uma linha do tempo interativa que mostra toda a história dos videogames, passando por pessoas, empresas, consoles, seus periféricos e muito mais! Como se isso já não bastasse, clicar em cada um dos itens abre um resumo sobre ele, caso você não conheça aquela pessoa ou não reconheça determinado jogo.
É realmente incrível quanta coisa aconteceu desde o conceito do computador programável de 1791 até hoje!
Ou, pelo menos, é o que mostra o gráfico da rede Mplayit que analisa a popularidade dos jogos nas plataformas celulares. Levando em conta os dados do gráfico, jogos são 47% dos aplicativos populares do iPhone, 30% do BlackBerry e 20% do Android.
Se isso não te faz muito sentido, o site MacMagazine diz que “jogos só compreendem 20% dos mais de 130 mil apps de iPhone na rede Mplayit”, o que dá uma quantidade de mais de 26mil títulos!
Seria essa uma tendência da Apple de caminhar para o mundo dos jogos? Se eu tivesse que apostar, colocaria minhas fichas num grande “sim”.
Esse foi, sem dúvidas, o buxixo do dia. Li tweets no @CrociDB, no @Loodo, no @diegocbarboza, no @rodrigoflausino e, claro, no @gamasutra (e agora no @NussEAgora também =P). O artigo “Inside Brazil’s Video Game Ecosystem” (Por dentro do ecossistema de videogames do Brasil) postado hoje na Gamasutra e escrito por James Portnow é um raio-x imparcial sobre como andam as coisas no mercado de jogos aqui do Brasil, tanto no que diz respeito ao desenvolvimento, quanto à aprendizagem e comercialização.
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Imagine um lugar onde você possa encontrar todo tipo de informação sobre jogos eletrônicos, indo desde o nome das técnicas utilizadas nos jogos, passando por fases, itens, personagens e terminando em títulos, séries, consoles e fabricantes. Essa é a idéia da Wikia Gaming, o maior conjunto de comunidades wikis de jogos do mundo.
Ela ainda está começando, contando com menos de 10mil artigos que, em grande parte, ainda são esboços. Apesar disso, tem crescido muito, já contando com alguns artigos interessantes, como esse do Sonic, um sobre jogos de plataforma 2D, esse incrível sobre os 10 mais engraçados nomes de personagens de videogames ou esee que linkei para o Mário sobre o Z-Targeting.
E você leitor que também tem seu blog de jogos, peço que faça sua parte como eu fiz aqui no Nuss… E agora?!? e no O Gamer: divulgue a Wikia Gaming, linke-os no blogroll ou em algum artigo. Ajude-os a crescer pois essa wiki merece!
John Romero, programador, game designer e artista que, segundo sua própria biografia, trabalhou em mais de 90 jogos publicados comercialmente (como Wolfenstein 3D, Doom e Quake) publicou em seu blog o artigo The Importance of Game Music. O artigo fala justamente da importância que a música tem em um jogo extendendo seu alcance para muito além de somente aquelas horas de jogatina.
O artigo está em inglês, um problema para quem ainda não domina a língua.
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