Imagine a cena: Você resolve passear com seu filho, prometendo a ele mostrar uma surpresa no final do trajeto. Como qualquer menino inquieto que se preze, ele passa os primeiros 15 minutos do passeio perguntando “Já chegou? Já chegou? Já chegou? Já chegou? Já chegou?”. Esperto como só você seria, resolve cortar as perguntas do garoto com uma única resposta: “Quando chegar, eu te aviso”.
Apesar de simples, isso é tudo que você precisa saber antes de ler sobre o padrão Observer (Observador).
Continue reading “Padrão de Projetos Observer: Implementando mísseis teleguiados – parte 1” »
Como pedido pelo Alexandre Ceni na 2a parte da micro-série sobre a UML, a 3a parte consiste em exemplos gráficos dos diagramas previamente citados. Os diagramas que não fazem parte do Nuss… E agora?!? são da wikipedia. Essa página vai estar em constante modificação, pois vou substituindo os diagramas da wikipedia por aqueles que forem pintando nos artigos aqui. Não é foco do artigo ensinar como desenvolver tais diagramas, até porque isso é assunto para futuros artigos. Portanto, vamos a eles?
Continue reading “O que raios é a UML – Parte 3” »
Continuando a micro-série sobre a UML, é hora de falarmos sobre como utilizá-la. A UML nos disponibiliza diversas ferramentas ou artefatos para que possamos modelar as diversas partes do nosso projeto. Tais ferramentas são chamadas de “diagramas” e não passam de uma forma padronizada de desenhar determinado tipo de problema de forma a simplificar a forma de ver o que eles querem mostrar.
“Mas e a flexibilidade que você mencionou no artigo anterior?” Então… ela tem a ver com a possibilidade de não utilizarmos todos os diagramas e sim aqueles que são relevantes ao nosso problema. Isso diminui muito a quantidade de trabalho e permite que nos foquemos somente no que nos é importante (lembram-se do princípio de pareto, né?).
Continue reading “O que raios é a UML – Parte 2” »
“Tiago, você fala tanto sobre a UML, já falou de Casos de Uso, já mostrou diagramas e mais diagramas, mas até agora não disse: o que raios é a UML?”
Continue reading “O que raios é a UML – Parte 1” »
Hoje vai mais um lembrete que propriamente um artigo: a idéia dele me foi mandada pelo Mário. Ele me mandou esse artigo em inglês lá do Coding Horror que mostra problemas causados pela extrema normalização em Banco de Dados.
Prestem bastante atenção quando o Jeff Atwood diz que “você deve normalizar quando os dados te disserem para fazê-lo” e não simplesmente por ser mais elegante ou teoricamente correto. Isso não significa que seu código deva ser anárquico, completamente contrário às regras de boa programação, e sim que ele seja adequado ao que escopo que o projeto prevê.
Para quem quiser mais informação sobre essa lógica, coloquei aqui no Nuss… e Agora?!? há algum tempo o artigo Padrões de Projeto: questão de bom senso. Ele fala exatamente sobre essa briga entre os pontos de vista de “faça por ser útil” e “faça por ser elegante” focado na análise de sistemas.
Lembrem-se: “Adequação, não perfeição”