Inspirados em God of War e Prince of Persia, a empresa iraniana Fanafzar criam Garshasp, The Monster Slayer. O jogo baseia-se em um poema épico chamado Garshasp Naame. A Garshasp, um típico herói mítico, é creditada a morte de Aži Sruvara, um dragão do tamanho de uma colina, Gandarw, uma espécie de Leviatã maior que o mais profundo dos oceanos, e a futura derrota de Dah?g, quando ele se libertar de sua prisão para destruir o mundo.
“Tá Tiago. Mas até agora, nada diferente”. Saiba então que Garshasp foi feito completamente com ferramentas gratuitas, que qualquer um poderia ter em casa. “A diferença?” Eles não desistiram
Saiu no FórumPCS uma matéria interessantíssima do Matheus Gibiluka sobre a evolução do iPhone OS como plataforma móvel de jogos, mostrando detalhes importantes dos problemas iniciais encontrados na plataforma, como a ausência de teclado e port de jogos já conhecidos, além de como as desenvolvedoras solucionaram isso.
É incrível ver que a massa de títulos é heterogênea ao ponto de termos jogos de iniciantes lado a lado com jogos já conceituados como Resident Evil 4, fato que raramente acontece em um console da última geração.
Ou, pelo menos, é o que mostra o gráfico da rede Mplayit que analisa a popularidade dos jogos nas plataformas celulares. Levando em conta os dados do gráfico, jogos são 47% dos aplicativos populares do iPhone, 30% do BlackBerry e 20% do Android.
Se isso não te faz muito sentido, o site MacMagazine diz que “jogos só compreendem 20% dos mais de 130 mil apps de iPhone na rede Mplayit”, o que dá uma quantidade de mais de 26mil títulos!
Seria essa uma tendência da Apple de caminhar para o mundo dos jogos? Se eu tivesse que apostar, colocaria minhas fichas num grande “sim”.
Esqueça Final Fantasies, Breath of Fires e Chrono Triggers. Hoje falaremos sobre um jogo de 2004, a seqüência do aclamado Star Wars Knights of the Old Republic, The Sith Lords. O jogo se passa no futuro da série Star Wars, quando os Jedis foram quase que exterminados por completo. O único restante é o personagem do jogador. Assim como acontece com o jovem Anakin, história de KotOR II é permeada de idas e vindas, ações e reações. Agora vamos falar do que um RPG realmente deve ser.
O portal é o Adobe Flash Platform Game Technology Center. Ele conta com artigos, tutoriais e códigos em Actionscript 3.0, tanto no Flash quanto no Flex, além de reunir links para outros portais voltados para o desenvolvimento de jogos em SWF, me lembrando muito o que o Gamasutra é para C/C++/OpenGL.
Ótimo passo da Adobe que tem por padrão publicar artigos de altíssimo nível. O portal promete derrubar os mitos por trás da programação em actionscript e trazer uma nova era para o desenvolvimento nas ferramentas, o que torna-o extremamente recomendado tanto para quem já tem experiência quanto para quem está perdido e não sabe por onde começar.
Já foi publicado há algum tempo, mas achei extremamente válido postar mesmo assim: saiu na G1 o artigo Conheça as etapas de produção de um game moderno mostrando as etapas do desenvolvimento de um jogo digital da atualidade. Ele conta com um infográfico” (imagem interativa educacional) que torna o aprendizado intuitivo e interessante.
Quem é leitor antigo lembra que postei, ainda no início do Nuss… E agora?!? uma série de artigos (parte 1, 2 e 3) entitulada “Um por todos e todos por um: as diversas profissões necessárias para fazer um jogo”. Se gostou da série não pode deixar de conferir o da G1.
Agradecimetos ao Rafael Barboza pela indicação do linkpelo twitter
A Disney compra a Marvel por uma fortuna e piadas nascem por toda a parte. Estávamos rindo sobre essas piadas no trabalho. Até no MSN com o Ricardo e o Adauto. Entre “Cavaleiros do Apocalipse x Irmãos Metralha”, “Prof. Pardal x Sr. Fantástico” e “Pato Donald x Wolverine”. Porém essa notícia trás muito mais que olhos piadistas conseguem alcançar: vocês já pararam para pensar no impacto disso no mercado de videogames?