Inspirados em God of War e Prince of Persia, a empresa iraniana Fanafzar criam Garshasp, The Monster Slayer. O jogo baseia-se em um poema épico chamado Garshasp Naame. A Garshasp, um típico herói mítico, é creditada a morte de Aži Sruvara, um dragão do tamanho de uma colina, Gandarw, uma espécie de Leviatã maior que o mais profundo dos oceanos, e a futura derrota de Dah?g, quando ele se libertar de sua prisão para destruir o mundo.
“Tá Tiago. Mas até agora, nada diferente”. Saiba então que Garshasp foi feito completamente com ferramentas gratuitas, que qualquer um poderia ter em casa. “A diferença?” Eles não desistiram
Saiu no FórumPCS uma matéria interessantíssima do Matheus Gibiluka sobre a evolução do iPhone OS como plataforma móvel de jogos, mostrando detalhes importantes dos problemas iniciais encontrados na plataforma, como a ausência de teclado e port de jogos já conhecidos, além de como as desenvolvedoras solucionaram isso.
É incrível ver que a massa de títulos é heterogênea ao ponto de termos jogos de iniciantes lado a lado com jogos já conceituados como Resident Evil 4, fato que raramente acontece em um console da última geração.
Já faz um tempo que eu criei o O Gamer, blog onde eu pudesse escrever despretensiosamente sobre videogames. Nada das necessidades de foco de desenvolvimento, padrões de projeto ou coisas do gênero. E foi no O Gamer que eu passei a escrever algumas análises de jogos que não caberiam aqui no Nuss… E agora?!?, sob a categoria Jogos que joguei. Como acho que alguns leitores daqui se interessariam em ver algo mais leve, resolvi deixar o link das análises já postadas lá.
É sobre isso que fala o artigo homônimo no Console Acadêmico. Ele mostra um estudo de caso americano onde uma escola tem toda sua didática baseada em experiências com videogames. A escola chama-se Quest to Learn (abreviada Q2L) , a pioneira nos Estados Unidos a guiar suas aulas com exemplos vindos do uso de videogames, muito mais interativos e divertidos que os blablablas das aulas tradicionais.
E se você acha que estamos falando de jogos não-comerciais, feitos especificamente para aprendizado, esqueça: o artigo já é aberto com o caso de introdução à física newtoniana com o jogo LittleBigPlanet, do Playstation 3. Por essa você não esperava, né?
Esqueça Final Fantasies, Breath of Fires e Chrono Triggers. Hoje falaremos sobre um jogo de 2004, a seqüência do aclamado Star Wars Knights of the Old Republic, The Sith Lords. O jogo se passa no futuro da série Star Wars, quando os Jedis foram quase que exterminados por completo. O único restante é o personagem do jogador. Assim como acontece com o jovem Anakin, história de KotOR II é permeada de idas e vindas, ações e reações. Agora vamos falar do que um RPG realmente deve ser.
O portal é o Adobe Flash Platform Game Technology Center. Ele conta com artigos, tutoriais e códigos em Actionscript 3.0, tanto no Flash quanto no Flex, além de reunir links para outros portais voltados para o desenvolvimento de jogos em SWF, me lembrando muito o que o Gamasutra é para C/C++/OpenGL.
Ótimo passo da Adobe que tem por padrão publicar artigos de altíssimo nível. O portal promete derrubar os mitos por trás da programação em actionscript e trazer uma nova era para o desenvolvimento nas ferramentas, o que torna-o extremamente recomendado tanto para quem já tem experiência quanto para quem está perdido e não sabe por onde começar.
A Disney compra a Marvel por uma fortuna e piadas nascem por toda a parte. Estávamos rindo sobre essas piadas no trabalho. Até no MSN com o Ricardo e o Adauto. Entre “Cavaleiros do Apocalipse x Irmãos Metralha”, “Prof. Pardal x Sr. Fantástico” e “Pato Donald x Wolverine”. Porém essa notícia trás muito mais que olhos piadistas conseguem alcançar: vocês já pararam para pensar no impacto disso no mercado de videogames?
O que acontece quando um MMORPG faz sua atualização cíclica? “Adiciona novos itens e monstros, Tiago”. Não só isso, mas também novas áreas, desafios, magias e coisas do gênero, tudo para manter seus jogadores entretidos por mais um período, até que outra expansão seja necessária… e mais outra… e mais outra, num ciclo infinito.
Deathwing não é só "mais um dos 300"...
Seguindo essa linha de raciocínio, imagine que queiramos trazer para um mundo um desses eventos gigantescos dignos dos livros de histórias. Algo que mude completamente o planeta, um grande cataclismo como o dilúvio, a era glacial ou o meteoro que exterminou os dinossauros, mas onde os jogadores sejam parte ativa, presenciando todo o caos e não somente lendo sobre ele nos livros espalhados pelas bibliotecas. Queremos algo grandioso… Algo como trazer uma criatura de poder imensurável que pretende aniquilar o planeta e reformulá-lo a seu bel prazer. “Ah ta. Uma grande novidade… eu posso listar aí uns 300 vilões que querem fazer isso..”
Sim, todo jogo tem algo do gênero. Independente do tamanho de seu escopo, um vilão normalmente quer mudar as coisas de forma caótica, deixando aos heróis o serviço de impedir que ele consiga. A diferença em nosso caso é que o vilão CONSEGUIU fazer isso, cabendo aos heróis impedir que ele CONTINUE fazendo.